Essa foto é de um detalhe da decoração do quarto do meu filho Artur. Ao olhar para ela, vejo um princípio essencial da vida com Deus: andar por fé. Reparem, a ovelhinha sai de uma prateleira e se lança no vazio. Muitas vezes é esse salto de fé que Deus espera de nós. Sem saber onde iremos colocar nossos pés, devemos nos lançar na certeza de que Ele proverá o caminho. E olhem o que acontece na foto: onde não vemos chão ou nada em que possa se apoiar, a ovelhinha salta novamente! Além de não nos deixar cair, O Senhor nos impulsiona ainda mais. Onde não há ou parece não haver caminho, lá estará sempre o Senhor para te levar mais adiante. Você consegue viver assim?
Abraço do Rubinho.
Letra-Indescritível
Da mais alta das alturas para as profundezas do mar
Suas criações estão revelando sua Majestade
Das cores do Outono para a fragrância da Primavera
Toda criatura é só uma na canção que elas estão cantando
Todas dizendo:
Indescritível, Corretissímo
Você colocou as estrelas no céu e conhece-as pelo nome
Você é maravilhoso Deus.
Todo poderoso, Indomesticável
Apavorados nós nos ajoelhamos e humildemente proclamamos
Você é maravilhoso Deus.
Quem disse onde cada raio cairia?
Ou viu armazéns divinos carregados de neve?
Quem imaginou o Sol e dá à fonte sua luz?
E ainda o esconde para nos trazer a frieza da noite
Ninguém pode imaginar.
Indescritível, Corretissímo
Você colocou as estrelas no céu e conhece-as pelo nome
Você é maravilhoso Deus.
Todo poderoso, Indomesticável
Apavorados nós nos ajoelhamos e humildemente proclamamos
Você é maravilhoso Deus.
Indescritível, Corretissímo
Você colocou as estrelas no céu e conhece-as pelo nome
Você é maravilhoso Deus.
Incomparável, Imutável
Você vê os pecados no meu coração e me ama mesmo assim
Você é maravilhoso Deus
Você é maravilhoso Deus
E você, tem alguma dúvida disso???!
Débora Arcuri

É um pouco grande, mas vale a pena ler!
Um dos mais fascinantes momentos bíblicos, ao meu ver, é o momento em que Cristo, durante a última ceia, lava os pés dos discípulos. Toda vez que tento imaginar essa cena, meus olhos marejam... é simplesmente linda!!! E quanta coisa nos ensina...
Ali estavam eles, os discípulos... haviam andado com o Mestre por alguns anos, contemplando face a face o verbo, Deus encarnado, sentindo o cheiro de Deus, vendo o “jeitão” de Deus, ouvindo sua voz...
Mas estava chegando a hora final, a cruz que era desde a eternidade se fazia urgente, palpável, vinha dos tempos eternos para rasgar a história e ver cravada nela o cordeiro imolado desde antes da fundação do mundo. O que era fora do tempo, estava prestes a invadir a cronologia humana e executar o plano, o único plano de Deus para a salvação... a CRUZ.
Jesus então cinge-se com uma toalha, tira a vestimenta de cima, enche uma bacia com água e passa a lavar os pés dos discípulos. Vergonha!! Humilhação!! Quem lavava os pés geralmente era um servo, alguém a mando de seu senhor, dono da festa, dono da casa. Inversão de valores, servos sendo servidos, o Senhor era quem os servia, o dono da festa é quem “paga o mico”... e Ele se humilhou...
Pedro, em seu impetuoso temperamento, seu jeitão tosco, dono do mar, pescador destemido, na arrogância infantil que lhe era peculiar nega essa possibilidade: “nunca me lavarás os pés”. Gesto aparentemente humilde, pois trazia em seu bojo o reconhecimento da autoridade do Mestre, foi duramente reprovado por aquele que trazia a bacia e a toalha nas mãos: “Se eu não te lavar os pés, não tens parte comigo (...) quem já se banhou não necessita de lavar senão os pés; quanto ao mais está todo limpo...”
Os santos também sujam seus pés no caminho!
Mesmo aqueles que tem seus pés firmes na rocha, que caminham naquele que é o Caminho, podem por muitas vezes sujar os pés.
O que mais me fascina em Jesus é sua total compreensão da humanidade e sua não-religiosidade. Jesus hoje seria, com certeza, confundido com o AntiCristo por alguns líderes da “religião cristã”, pois seu modo de agir, suas palavras e sua maneira de encarar as coisas difere muito da chamada “moral evangélica”.
Jesus não seria “evangélico”. Cada vez mais me convenço disso. Seu modo de lidar com os erros, com as dificuldades daqueles que sujam os pés no caminho é totalmente diferente da forma como vejo a “igreja”. Ele cuida, ele trata, ele lava os pés, mas não deixa de dizer que o corpo já está limpo... são só os pés... empoeirados, sujos, machucados... quão diferente daqueles que jogam fora a criança junto com a água da bacia... tão típico dos grandes coronéis-apóstolos-super-pastores de nossos “arraiais”.
Essa santidade que anda por aí, que não abre espaço aos pés sujos no caminho, essa eu não quero! Essa santidade do “não toque”, “não prove”, “não mexa” ... é a santidade dos fariseus. Paulo já dizia que essa santidade na verdade é falsa humildade, culto de si mesmo! (Cl 2.20-23). Essa santidade daqueles que querem ser mais santos do que Deus, daqueles que dizem que é pecado aquilo que Deus nunca chamou de tal, essa eu rejeito! A santidade dos “levitas”, dos “apóstolos”, dos “semi-deuses”, dessa eu quero distância.
Quero deixar claro que não estou fazendo uma apologia ao pecado! O mesmo Paulo que escreve o texto acima também diz que não devemos fazer uso dessa liberdade para dar ocasião à carne (Gl 5.13). Para a liberdade foi que Cristo nos chamou, principalmente porque nos libertou do império das trevas, da tirania da carne, para o reino do Filho do seu amor. Liberdade que nos faz responsáveis e que nos enche de gratidão pela graça (ah! a graça) que nos enche os pulmões e a alma do vento que sopra onde quer.
O que estou querendo dizer é que é possível, mesmo no Caminho, sujar os pés... e encontrar consolo naquele que lava pés, corações, mentes, olhos, simplesmente por ser a água viva.
Que Ele nos guarde de todo o mal no caminho que, às vezes, nos suja os pés.
José Barbosa Junior
Fonte: www.crerepensar.com.br
Pessoal, achei esse texto muito legal!
É ver que a minha perfeição acaba, enquanto a de Deus continua!
E quando "sujamos os nossos pés", e o Espírito Santo nos leva ao arrependimento, devemos falar igual Pedro falou: "não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça"
Elisa Silveira
Naquela portinha ali Ele entrou morto. Dali saiu vivo sem ninguém ver. Tinha de ser assim, para que eu e você pudéssemos crer que Ele ressuscitou por nós. Se houvesse testemunhas, não haveria no quê crer.
